Quem sou eu – John Nash – 3° Ano

A mente é uma coisa maravilhosa!

 

“As pessoas sempre estão vendendo a ideia de que pessoas com doenças mentais sofrem. Acho que a loucura pode ser uma via de escape. Se as coisas não estão bem, talvez se queira imaginar algo melhor.” -John Nash-

John Nash, o gênio da vida e da matemática que inspirou o livro Uma mente brilhante de Sylvia Nasar, foi representado pela professora de química, Marta.

Aos que não conhecem a história de John Nash…

John Nash tinha 3° anos quando foi diagnosticado com esquizofrenia paranoide. A ambição saudável de sua mente privilegiada lhe impôs a carga de uma terrível doença que o devastava.

Era uma mente brilhante e de destaque quando tudo aconteceu. No entanto, nada o impediu na hora de perseguir seus sonhos. Depois de anos de tratamentos sangrentos que tentavam ajudá-lo a superar sua doença mental, John Nash conseguiu manter-se sem sintomas.

Aprendeu a conviver com vozes e com suas alucinações. John ouvia vozes, via coisas… mas pôde lidar com elas.

Seu trabalho interno foi, como é óbvio, descomunal até o fim de sua dias. Logicamente viver sem ser capaz de discernir o que é real e o que não é foi muito complicado; no entanto, a mente brilhante de Nash conseguiu.

Nash ganhou o Nobel de Economia em 1994 por sua teoria dos jogos, ainda válida e útil no campo da estratégia. John combateu a esquizofrenia paranoide durante toda a sua vida. E, sim, conseguiu. Conseguiu levar uma vida completamente diferente da que sua doença lhes destinava.

Sua morte, como a sua vida, não foi a esperada. Em 23 de maio de 2015 Nash faleceu, junto à sua esposa, vítima de um acidente de trânsito.

 

Exemplo de superação e de esperança

Devemos muito a ele, não só por sua contribuição à ciência, mas por nos contar sua história e voltar “ao mundo dos sãos” para nos ensinar que, trabalhando nosso interior, todas as mentes são brilhantes.

John agarrou-se à sua inteligência e conviveu com as vozes em sua cabeça, apesar de ser sufocado por elas. Sua luta não foi fácil. No entanto, conseguiu entender que o caminho da sua vida estava na aceitação, e nos mostrou isso.

Então lhe bateu a inspiração. Ele conseguiu criar um mundo estável num lugar em mudança. Apesar de suas limitações, Nash conseguiu uma posição como professor do MIT, enquanto, por sua vez, recuperava o brilho que seu problema mental havia tentado apagar.

John Forbes Nash aprendeu a viver com a esquizofrenia durante toda a sua vida aplicando uma regra de acordo com a qual “todo problema tem uma solução”. Algo que, embora não seja válido para todos os doentes mentais, pode se adequar a muitas vidas de alguma forma:

Viver sabendo que grande parte de nossa dor é inevitável deveria ser uma premissa que todos deveríamos seguir. Sem dúvida, John nos ofereceu a chave para desfrutar da vida: aceitar, fluir e agir.

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